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Com 50 kg a menos, André Marques diz que não se achava obeso

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André Marques concedeu uma entrevista ao Fantástico neste domingo (9). Visivelmente mais magro, cerca de três meses depois de ter feito cirurgia de redução do estômago, o apresentador afirmou que não se achava obeso quando pesava 158 kg. “Eu me sentia gordinho só”, disse.

“Estava diabético, fumava quase quatro maços de cigarro por dia e era sedentário. O médico disse: ‘seu fígado está grande. Você pode não morrer, mas não passa dos 40 anos com esse fígado aí’. Eu tenho 34 anos, né?”, disse Marques, que atualmente pesa 107 kg, 51 a menos do que costumava exibir quando comandava o Vídeo Show.

O apresentador disse também que operar foi a única opção, já que tinha tentado diversos métodos e não conseguiu perder os quilos necessários. “Tem gente que diz: ‘operando é mole’. Vai operar para você ver. É punk! Vai ficar tomando copinho de isôtonico de meia em meia hora. Não é fácil”, afirmou.

“Eu tinha tentado todos os métodos possíveis: ortomolecular, dieta da lua, tomei todos os remédios. Eu me senti um derrotado. Mas, na real, eu era um cara que, se não fizesse alguma coisa, ia me derrotar, ia morrer”, completou.

A meta agora é perder mais 15 kg. “Quero chegar aos 90 ou 95 kg. Antigamente, eu queria ficar com 85 kg para ir para 95 kg comendo besteira. Mas já vi que não é assim. Se perder mais uns 10 ou 15, fico bem”, opinou.

“A parte ruim é gastar dinheiro para comprar roupa, eu perdi todas! O objetivo agora é ficar sarado”, brincou.

Fonte: Terra

Americana compra solitária na internet e a ingere para tentar emagrecer

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A ”ditadura da magreza” é uma cultura que parece ter impregnado no século 21. Vez por outra surge uma nova dieta estranhíssima prometendo fazer milagre, sem contar com os shakes, termogênicos e toda série de supletivos que prometem a silhueta perfeita.
Mas, a americana Patricia Quinlisk, passou de todos os limites e foi levada ao seu médico depois de confessar, com dor na consciência, ter comprado na internet uma tênia, mais conhecida como solitária, segundo ela a ingestão do parasita teve como objetivo emagrecer.

Tudo em nome da magreza

De acordo com informações do blog pagenotfound, o médico Dr. Des Moines Register, ficou tão assustado com a história contada pela paciente que recorreu ao Departamento de Saúde Pública do estado em busca de uma orientação.

Segundo informações a Diretora médica do Departamento, disse para o médico aplicar imediatamente um medicamento que matasse a solitária.

Alerta dos especialistas

O jornal USA Today deu a notícia em primeira mão e trouxe relato de especialistas do Department of Public Health (Departamento de Saúde Pública) que alertam “Ingerir solitárias é altamente arriscado e pode produzir uma vasta lista de efeitos colaterais. Uma solitária pode absorver alimento e nutrientes que acabam fazendo uma grande diferença no peso da pessoa, além de poder causar anemia e desnutrição”.
Uma alimentação saudável e a prática de atividades físicas continuam sendo a melhor receita para quem deseja perder peso e entrar em forma.

Fonte: O Povo Online

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Por essa eu não esperava!

Inglesa faz dieta e perde 67kg em dois anos após trauma

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É com muita angústia que a inglesa Krystal Paterson, de 28 anos, se lembra do trauma que sofreu em 2011. Ela curtia um fim de semana com a família em um parque aquático na Inglaterra, quando decidiu levar a filha de cinco anos para brincar em um tobogã. Pesando 130 kg, a mulher ficou entalada no brinquedo e precisou de ajuda para ser resgatada. A humilhação, testemunhada pela filha, foi um divisor de águas na vida de Krystal. O constrangimento a estimulou a fazer dieta e emagrecer. Hoje, com apenas 63 quilos, ela conta como se superou para vencer seu trauma.

“Foi muito embaraçoso. Eu quis ser engolida pela terra”, contou Krystal sobre o incidente ao jornal The Sun. Preocupada com o exemplo que estava dando às filhas, na época com 5 e 7 anos, ela decidiu se unir ao grupo Slimming World, que ajuda obesos com planos de emagrecimento.

Agora, dois anos depois da humilhação, ela comemora os 67 quilos perdidos. “Eu me joguei neste plano mundial de emagrecimento buscando perder até 3kg por semana. Comecei a caminhar mais, andar de bicicleta para o trabalho e comer de forma saudável”, conta.

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Krystal lembra que sempre esteve acima do peso. Ela passou a comer desenfreadamente no início da adolescência, após duas tragédias na família. Um ano após perder uma irmã em um acidente de trânsito, o irmão de 10 anos morreu vítima de leucemia. Desde então, a britânica passou a dar vazão à ansiedade comendo.

“Foi traumático ter o meu irmão diagnosticado com câncer e o acidente que matou a minha irmã. Foi o início de um momento muito difícil. Amigos e familiares que vinham visitar minha família nos traziam latas de doces e chocolates. Eu me sentia sozinha e, então, comia todo aquele lixo”, ela conta.

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Com o tempo, os hábitos foram piorando, principalmente, após começar a morar com o pai de suas filhas, o consultor de TI David, de 32 anos, em 2006: “Nosso café da manhã era um cereal saudável seguido por um sanduíche de bacon e ovos, alimentos fritos para o almoço e o jantar. Comíamos também muito chocolate toda noite”.

Após o incidente no parque e a união ao grupo Slimming World, ela decidiu que ficaria magra o bastante para usar o vestido de noiva que queria. Após muita determinação em sua dieta, ela conseguiu vesti-lo e contou a sensação: “Eu me senti como uma princesa andando pelo corredor. Foi perfeito”, contou Krystal, que se casou com David depois da perda de peso.

Feliz com o peso atual, Krystal conta que o novo estilo de vida, mais saudável, veio para ficar: “Eu nunca vou voltar aos meus velhos hábitos insalubres. Quero me tornar uma consultora do Slimming World. Eu posso me olhar no espelho e ficar feliz com o que vejo”, ela conclui.

Fonte: Jornal Extra

Ex-anoréxica e obeso que se conheceram em clínica vão casar

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Lizzie Elsburg, que tinha apenas 40 quilos, e Chris Glasgow, que pesava mais de 220 quilos, se conheceram durante as sessões de terapia em grupo, na Califórnia. Atualmente, cada um recuperando-se do seu devido distúrbio alimentar, planejam casar em 2014

 A clínica Pacific Shores, na Califórnia, teve outra utilidade além do tratamento de distúrbios alimentares. Foi lá que, há oito meses, Lizzie Elsburg, de 24 anos, conheceu Chris Glasgow, de 28. Ela, que pesava apenas 40 quilos, tratava anorexia e bulimia. Ele pesava mais de 220 quilos.

Após ficarem amigos durante as sessões de terapia em grupo, começaram a namorar em janeiro, ficaram noivos em fevereiro e vão casar em 2014. “No começo eu tinha um pouco de medo do Chris, não conseguia entender como alguém pode se deixar ficar daquele tamanho. Mas depois, eu conheci a pessoa interior dele e comecei a enxergá-lo além de seus problemas com o corpo, afinal eu também tenho problemas com minha forma física”, disse Lizzie ao site americano “Barcroft”.

Grifes nacionais se distanciam das medidas da silhueta brasileira média

A declaração do principal executivo da grife americana Abercrombie & Fitch, Mike Jeffries, de que a marca deixou de produzir peças femininas nos tamanhos GG e XG para associar seu nome apenas a “gente magra e bonita”, provocou uma onda de protestos nas últimas semanas.

Se as americanas não encontrarão mais peças da marca, ícone dos EUA, nessas medidas, as brasileiras que vestem G já enfrentam as consequências de um raciocínio similar, ainda que não assumido, de marcas que são porta-vozes da moda nacional.

Nas últimas duas semanas, a Folha consultou, sem se identificar, nove lojas em shoppings ou “flagships” (lojas-conceito) de grifes brasileiras em São Paulo. Entre elas, Iódice, Alexandre Herchcovitch, Ellus, Reinaldo Lourenço, Osklen, Gloria Coelho, Forum e Forum Tufi Duek.

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Em nenhuma delas havia peças das linhas principais nos tamanhos GG.

E mais: as medidas usadas para definir a modelagem dessas grifes –do P ao G ou do número 36 ao 46– pouco condizem com as medidas reais da mulher brasileira.

É esse desajuste entre corpo e vestimenta que revela um estudo do Senai Cetiqt, iniciado em 2006. Trata-se da maior pesquisa já realizada no país sobre as medidas das brasileiras, feita com 6.800 pessoas.

Segundo dados preliminares do estudo, aos quais a Folha teve acesso, 64,4% das mulheres do Sudeste têm, em média, 97,1 cm de busto, 85,4 cm de cintura e 102,1 cm de quadril (veja a cima).

À pedido da Folha, o próprio Senai Cetiqt comparou as medidas das peças às do corpo médio da brasileira. E concluiu: tamanhos 42 e 44, ideais para as medidas médias da brasileira, têm, nestas grifes, cerca de 10 centímetros a menos do que o necessário para vesti-las.

“As brasileiras são maiores do que as marcas ‘de ponta’ acreditam. A maioria delas é corpulenta e usa tamanhos entre 42 e 46″, diz Flávio Sabrá, coordenador do estudo.

Veja o trailer de “Fora do Figurino – As Medidas do Jeitinho Brasileiro”, documentário de Paulo Pélico lançado neste ano, que trata da falta de adequação do vestuário à realidade brasileira, com modelos inspirados em padrões corporais estrangeiros.

Fonte: Folha de São Paulo

Mulher que perdeu 81 kg revela que o resultado foi decepcionante

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Quem acha que magreza é sinônimo de felicidade deveria ler este novo livro. Em “Stranger Here: How weight-loss surgery transformed my body and messed with my Head” (“Estranha aqui: como a cirurgia de perda de peso transformou meu corpo e mexeu com a minha cabeça”, em tradução livre), a americana Jen Larsen, que pesava 143 quilos, fala da transformação que o seu corpo passou após a cirurgia de redução de peso, na qual perdeu 81 quilos, e do quanto o resultado a desapontou.

“Perdi meu senso de autoestima e proporção. Minha noção de dignidade, maturidade e de controle. Eu fiquei magra, mas minha vida não mudou nem ficou encantadora ou perfeita. Isso me decepcionou completamente”, disse ela em entrevista ao site “Refinery29”.

“Após a cirurgia, você perde peso, sim, mesmo que chegue a ignorar as recomendações médicas. Você pode até deixar de ouvir piadinhas de mau-gosto sobre gordos. O que poucas pessoas sabem é que, ainda assim, não dá para perder o desequilíbrio psicológico causado pela indústria de beleza. Afinal, uma mulher que não tem o corpo de uma angel da Victoria’s Secret é considerada como cheia de defeitos”, completou a autora.

Fonte: Marie Claire

Carla Daniel emagrece 18 quilos: “O mais difícil é começar”

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Foram as gravações de dois episódios de “As Brasileiras”, série exibida pela Globo em 2012, que incentivaram Carla Daniel a fazer mudanças drásticas na silhueta. Dezoito quilos mais magra, a atriz falou a QUEM sobre o processo de emagrecimento.

“No ano passado, interpretei duas personagens em episódios de ‘As Brasileiras’, Jupiára e Clotilde, e a diretora, Tizuka Yamasaki, achou legal que se fizesse uma diferenciação entre elas. Só que me empolguei e resolvi emagrecer bastante por conta própria”, explicou Carla.

“Foram 18 quilos ao todo. Teve uma galera atrás de mim. Contei com o apoio de uma nutricionista, que montou um cardápio equilibrado, fiz atividades físicas, muita massagem, foi toda uma estrutura e claro, força de vontade para manter a boca fechada. Vou confessar que é bem complicado ficar longe das guloseimas, mas acho que o mais difícil é começar. Depois que você começa a ver as mudanças no corpo, é muito legal, e isso vai te incentivando”, completou.

De férias da televisão desde o fim de “As Brasileiras”, Carla tem aproveitado o tempo livre para explorar outras facetas. Cantora e compositora, a atriz teve músicas que entraram nas trilhas sonoras de novelas como “Bebê a Bordo” e “Bambolê”.

“Gosto de dizer que tenho três profissões de carteira assinada: cantora, compositora e atriz. Já tive a honra de gravar com grandes nomes, como César Camargo Mariano, e tenho muito trabalho fora do país relacionado à musica e ao cinema. Acabei de voltar de Portugal, onde entrevistei a banda Xutos & Pontapés, bem famosa por lá, fui ao Chile para participar do júri de um festival de cinema também. O pessoal acha que a gente não está fazendo nada se não está na novela, mas a verdade é que eu não paro”, comentou.

Em breve, Carla se prepara para estrear um novo longa, “Se Puder … Dirija!”, em abril. “É um trabalho muito bacana com direção de Paulo Fontenelle. Faço uma participação muito querida, é o primeiro filme em 3D brasileiro”, explicou a atriz sobre o longa, que tem no elenco nomes como Luiz Fernando Guimarães, Lavínia Vlasak e Reynaldo Gianecchini.

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Fonte: Revista Quem

Professora perde mais de 60 kilos após ser desenhada por criança

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Tudo estava bem na vida da professora Leandra Reay, até ela recomendar uma atividade de desenho livre para sua turma de alunos do pré-primário. Ao ser retratada como um borrão enorme com pernas e braços por uma das crianças, a professora percebeu o quanto estava fora de forma e decidiu perder peso urgentemente. Em pouco tempo, foi de 127 kg para 70 kg.

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“Uma garotinha da minha sala desenhou um círculo enorme com pernas e braços pendurados e cabelo loiro. Perguntei o que era e ela orgulhosamente respondeu: ‘É você, senhora Reay’. Eu sorri, disse que era adorável, mas por dentro senti vontade de chorar”, confessou a professora ao The Sun.

O desenho foi o pontapé inicial para que a professora pudesse enxergar o quanto estava acima do peso e começasse a levar um estilo de vida mais saudável. Um ano depois do ocorrido, ela perdeu mais da metade de seu peso inicial e trocou as roupas largas por calças skinny, oito tamanhos menores.

Os almoços de final de semana, que costumavam ser pizzas, hambúrgueres e chocolates viraram refeições mais leves, com legumes e folhas. As longas sessões de TV, agora não existem mais. Leandra prefere caminhar, nadar ou andar de bicicleta.

Fonte: Revista Crescer

Anoréxica diz que não quer ser inspiração para jovens

Ela desenvolveu anorexia na adolescência e hoje, aos 39 anos de idade, ainda luta para superar a doença. Nascida em Moscou, Valeria Levitin teve sua história contada pelo jornal The Sun. As fotos impressionam.

A aparência de Valeria assusta. Com 1,73 de altura, ela pesa pouco mais de 25 quilos. Suas coxas são extremamente finas, seus ossos aparentes pelo corpo todo e seu rosto é abatido.

Mesmo assim, serve de “inspiração” para pessoas que, inexplicavelmente, querem um visual parecido com o dela. Os pedidos de “dicas” são frequentes. Eles chegam por e-mail e surpreendem a própria Valeria. “Tenho recebido e-mails de meninas que querem que eu as ensine como ficar igual a mim”, diz Valeria.

Consciente do transtorno que sofre, Valeria fica assustada com os pedidos. “Todas as cartas que recebo são de mulheres, principalmente na faixa dos vinte anos, que me vêem como uma espécie de inspiração”, diz. Mas o que ela quer é iniciar uma campanha contra a anorexia.

“Eu quero compartilhar minha história para ajudar doentes e suas famílias”, diz Valéria, que vive em Mônaco. Segundo ela, a anorexia a fez “sozinha e sem atrativos”.

Atualmente, a alimentação diária de Valéria consiste em frutas e uma pequena porção de carne e legumes. Por conta da doença, seu organismo perdeu a capacidade de processar os alimentos. Valeria também faz uso que alguns suplementos alimentares, a fim de evitar lesões ou desmaios. Durante todo esse tempo, ela já consultou mais de 30 médicos.

Valéria tenta encontrar uma explicação para a sua doença. Segundo ela, na infância, a mãe restringia sua alimentação com medo que ela ficasse obesa. Aos 16 anos, ela foi morar em Chicago e criou a ilusão que, para ser aceita pelos colegas de escola e pelos vizinhos, precisava ser cada vez mais magra. Cortou açúcares e carboidratos de sua dieta, entrando, assim, em um círculo vicioso em busca da magreza.

De menina, o sonho de Valéria era ser bailarina, mas a anorexia a impediu. Agora, além de se recuperar, ela quer formar uma família. “Eu nunca desisti de nada na minha vida e eu não vou desistir agora”, diz. Uma das medidas encontradas por Valeria é se mudar para Moscou novamente, onde nasceu. Lá, segundo ela, ela poderá ser ela mesma e, quem sabe, conseguirá vencer a batalha contra a doença.

Fonte: Revista Época

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As fotos impressionam! Torço para que ela  vença de uma vez por todas esta doença!

Americana de 200 kg morre na Hungria após ser recusada em três voos por ser muito pesada

A americana Vilma Soltesz, de 56 anos, morreu depois que sua presença foi recusada em três voos de volta para Nova York porque ela era “pesada demais para voar”, contou o marido ao “New York Post”. Ela pesava cerca de 205 quilos, tinha apenas uma das pernas e usava uma cadeira de rodas.

Vilma morreu de falência renal na Hungria, nove dias depois de ter sido expulsa do primeiro de três voos. Agora, a morte dela deverá render um processo milionário contra as companhias aéreas que se recusaram a transportá-la. “Tudo o que ela queria era voltar para casa para começar o tratamento”, disse o marido Janos Soltesz.

Eles estavam de férias no país. E, segundo Janos, o agente de viagens havia informado à Delta sobre a condição de Vilma e comprou dois bilhetes para ela e um para Janos. Eles planejavam voltar para casa no dia 15 de outubro, para que Vilma retomasse o tratamento com os médicos.

Depois de sair do avião, o casal esperou no aeroporto por várias horas e, em seguida, foi informado que precisaria dirigir cinco horas para Praga, para pegar um avião Delta que pudesse acomodá-la como uma pessoa deficiente. Mas, em Praga, a equipe da companhia disse ao casal que a cadeira de rodas de plástico não poderia suportar o peso da mulher, e eles não poderiam colocá-la num elevador.

O casal voltou para a casa de férias e tentou embarcar num voo da Lufthansa no dia 22 de outubro para Nova York, via Frankfurt. Os bombeiros foram chamados para ajudar a levar Vilma aos três lugares que foram reservados para ela, mas como a mulher não conseguia levantar da cadeira, depois de meia hora o piloto pediu para ela deixar o voo.

“Tínhamos 140 passageiros a bordo, e eles tinham conexões. A questão nunca foi o cinto de segurança, mas a mobilidade da passageira”, disse o porta-voz da Lufthansa ao jornal “New York Post”.

Depois da última tentativa de embarcar, Vilma piorou e, dois dias depois, acabou falecendo. Ela foi enterrada na Hungria mesmo. “Estou sozinho agora. Onde quer que eu vá, estou indo sozinho. Eu estou sentido muito a falta dela “, disse o viúvo.

Fonte: Jornal extra

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